sábado, 4 de fevereiro de 2012


Cientistas descobrem quarto exoplaneta potencialmente habitável

02/02/2012 | 18h40min

Uma equipe internacional de astrônomos anunciou nesta quinta-feira (2) a descoberta de um novo exoplaneta potencialmente habitável, elevando para quatro o número de planetas situados fora de nosso sistema solar detectados pela comunidade científica.
"Este planeta rochoso é o novo e melhor candidato para manter água em estado líquido em sua superfície e pode abrigar vida tal qual nós a conhecemos", explicou Guillem Anglada-Escudé, chefe da equipe que trabalha na Carnegie Institution for Science, em Washington.
Este planeta (GJ 667Cc) está em órbita em torno de uma estrela batizada de GJ 667C, situada a cerca de 22 anos-luz da Terra (um ano-luz equivale a 9.460 bilhões de km).
Ele contorna a sua estrela em 28 dias e tem uma massa mínima 4,5 vezes a da Terra. É também cerca de 50% mais pesado que o nosso planeta.
O planeta se encontra a uma distância de sua estrela em uma "zona habitável", onde as temperaturas não são nem muito quentes nem muito frias, permitindo que a água permaneça em estado líquido.
Os pesquisadores também descobriram indícios que levam a crer que pelo menos um outro exoplaneta, talvez até três, estão em órbita na mesma estrela.
Esta estrela faz parte de um sistema estelar que possuí três estrelas.
Esta descoberta prova que planetas potencialmente habitáveis podem se formar em uma maior variedade de ambientes que acreditávamos, notaram os autores desta descoberta que deve ser publicada nas Cartas do Jornal de Astrofísica.

O manuscrito será publicado na internet no site arxiv.org/archive/astro-ph.
Os astrônomos utilizaram dados públicos do Observatório Europeu Austral (ESO) no Chile que analisaram de acordo com um novo método.
Eles incorporaram medidas efetuadas com os telescópios do Observatório Keck no Havaí.
IG 

terça-feira, 24 de janeiro de 2012


Nova tempestade solar atinge a Terra durante quatro dias (Postado por Erick Oliveira)

No meio da temporada de tempestades solares mais intensa desde setembro de 2005, os cientistas afirmaram nesta segunda-feira (23) que a Terra receberá radiações de mais uma labareda até a próxima quarta (25).
A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos indicou que seu Centro de Previsões de Clima Espacial, no Colorado, observou a erupção solar no domingo às 14h (de Brasília). A radiação começou a chegar à Terra uma hora mais tarde e continuará até na quarta-feira.
O campo magnético da Terra já está afetado por uma ejeção de massa da coroa solar, após uma erupção ocorrida na superfície do Sol na quinta-feira, 19 de janeiro, segundo os astrônomos. A agência governamental afirmou que a tempestade ganha força e uma onda de radiação se dirige rapidamente à Terra.
"Devido a esse fenômeno é quase certo que haverá uma tempestade geomagnética", ressaltou um comunicado da NOAA. "A labareda solar associada alcançou sua máxima altura no dia 23 de janeiro", acrescentou.
Um modelo informático feito pelo Centro de Previsões aponta que esta onda da tempestade terá seu maior efeito no campo magnético da Terra nesta terça(24).
A radiação interfere com o funcionamento dos satélites e é um inconveniente em particular para os astronautas no espaço.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Nasa diz ter prova definitiva de que houve água em Marte

Imagem feita pelo jipe Opportunity comprovaria que já existiu água em Marte. Foto: Nasa/Divulgação
Imagem feita pelo jipe Opportunity comprovaria que já existiu água em Marte
Foto: Nasa/Divulgação

IRENE KLOTZ
Um jipe da Nasa encontrou a prova mais convincente até agora de que Marte teve água no passado - um veio de gesso, mineral depositado pela água, projetando-se a partir de uma rocha antiga. O jipe Opportunity e seu "gêmeo" Spirit chegaram em 2004 a lados opostos do planeta. Com o auxílio de sondas orbitais, eles ofereceram ao longo dos anos várias pistas convincentes de que o planeta nem sempre foi tão frio e seco quanto hoje.
A maior dessas provas, apresentada nesta semana na conferência da União Geofísica Americana, em San Francisco, é um fino veio de gesso numa rocha da beirada da cratera Endeavour, que tem 154 km de diâmetro.
O gesso geralmente se forma pelo fluxo de água dentro de rochas. "É a observação mais 'à prova de balas' que acho que já fizemos em toda essa missão", disse Steve Squyres, pesquisador-chefe dos jipes Spirit e Opportunity.
O Spirit não está mais operacional, mas o Opportunity continua enviando dados de Marte. Materiais depositados pela água já haviam sido encontrados a céu aberto, o que dificulta sua interpretação, já que eles podem ser deslocados pelo vento. Já o veio de gesso oferece uma análise mais inequívoca, por estar gravado na rocha.
Segundo Squyres, as características químicas e geológicas do veio "simplesmente gritam (que havia) água." Atualmente, a Nasa está enviando outra sonda para Marte, a Curiosity, para investigar a existência atual ou passada de água na cratera Gale, em outro ponto do planeta.
Reuters

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011


Nasa divulga que planeta 'parecido com a Terra' é primeiro habitável

Redação SRZD | Ciência e Saúde | 05/12/2011 17h45
Foto: Divulgação
A agência espacial Nasa anunciou nesta segunda-feira a descoberta do primeiro planeta habitável fora do nosso Sistema Solar. O corpo foi encontrado durante as buscas por corpos similares à Terra, em uma região habitável de um outro sistema descoberto pelo potente telescópio Kepler. De acordo com pesquisadores, o fato de estar em um sistema solar indica grande possibilidade de também haver água no planeta, possibilitando vida.
O planeta, chamado de Kepler 22b, é o primeiro exoplaneta indicado pela Nasa como apto para abrigar vida. Até agora, é também o menor já encontrado em uma região habitável de um sistema com estrela similar ao Sol. Ainda assim, ele tem cerca de 2,4 vezes o raio da Terra.
Outro dado importante é de que a temperatura média do corpo é de 22 graus, confirmando a possibilidade de vida. Ainda assim, os cientistas ainda não puderam dar certeza sobre o composição do novo globo (se há predominância de rochas, gases ou líquidos).
Para um dos cientistas do programa Kepler, Douglas Hudgins, a descoberta recente é um "grande marco" para as pesquisas que buscam um planeta similar a Terra.
O telescópio tem a capacidade de registrar o brilho emitido por mais de 150 mil estrelas. O processo de descoberta ocorre quando um dos planetas passa em frente às luzes emitidas. O Kepler registra a variação de brilho, tornando possível verificar tamanho e formato do astro. Ainda assim, é necessário que o corpo passe pelo menos três vezes pelo campo indicado.
Kepler-22b está a 600 anos-luz de distância da Terra e leva 290 dias terrestres para completar uma volta ao redor da estrela do sistema.
De acordo com a Nasa, outros corpos de similaridade com a Terra teriam sido indicados por pesquisas anteriores, porém a existência destes planetas habitáveis nunca chegou a poder ser confirmada. Além disso, estruturas de tamanho parecido com o do nosso planeta foram encontradas, mas estas não teriam condições propícias para abrigar vida como a entendemos.

Comentários (3)

Isso evita spams e mensagens automáticas.
Roberto
05/12/2011 19:56:29
Impressionante a capacidade que esses telescópios tem de nos mostrar pontos longíncuos do universo. O Hubble se aposentando nos mostrou maravilhas, agora é a vez do Kepler. Se há vida ou não fora do nosso mundinho, só num futuro talvez ainda bem distante, poderemos saber...
Harold
05/12/2011 18:54:23
Tudo muito lindo e perfeito......mas.... 600 mil ano-luz é "chão que não acaba mais", humanamente inatíngivel ! ( 1 ano-luz tem cerca de 9,5 trilhões de quilômetros).
MARIO
05/12/2011 18:54:15
Eu acredito muito que exista vida fora da terra, seria impossivel dada as possibilidade pela infinidade de possibilidade que existe no universo, mas acho que é inutiu saber se existe vida fora da terra, pois jamais iremos ver estes seres, portanto acho que deveria gastar menos dinheiro pra este propósito, deveria gastar este dinheiro com os seres da terra que estão morrendo de fome e sem infra estrutura, resumindo é um tratamento desumando.

domingo, 20 de novembro de 2011


NASA cria mapa de alta resolução da Lua

Sonda da agência espacial ajuda na criação de mapa topográfico inédito

por Redação Galileu

Editora Globo
Sonda da agência espacial ajuda na criação de mapa topográfico inédito// Crédito: NASA

Astrônomos da Universidade Estadual do Arizona, em parceria com a NASA, desenvolveram o mais detalhado mapa topográfico da Lua feito até agora. A imagem mostra a superfície lunar e usa diferentes cores para representar a elevação de pequenas montanhas e a profundidade de crateras. As partes mais altas estão em branco, seguidas pelas em vermelho, laranja, verde, azul e, nas fendas mais profundas, violeta.

Para fazer o mapa, os cientistas usaram uma câmera acoplada no Orbitador de Reconhecimento Lunar, uma nave não tripulada enviada pela NASA para pesquisar a Lua em 2009. A pequena câmera – que cabe na palma da mão – consegue mapear toda a superfície do satélite em um mês e gerar imagens de alta-resolução, numa escala de 100 metros por pixel. Como a cada mês a iluminação da Lua é diferente, o mapa foi desenvolvido ao comparar as imagens capturadas pela câmera durante um ano.

No entanto, a luz do sol dificilmente atinge os pólos lunares, deixando a região escura e difícil de ser captada pela câmera. Para contornar o problema, os cientistas mediram esses locais usando um altímetro-laser, aparato que dispara raios na superfície lunar e mede sua elevação conforme esses raios são refletidos.

Segundo os pesquisadores envolvidos, esse mapa era há muito tempo aguardado pelos cientistas que estudam a Lua, e podem ajudar a entender sua formação e a planejar futuras missões ao satélite.

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domingo, 30 de outubro de 2011


30 DE OUTUBRO: ACONTECIMENTOS PRETÉRITOS

Para saber, clique no seguinte LINK:

http://pt.wikipedia.org/wiki/30_de_Outubro