sábado, 23 de julho de 2011

Nasa anuncia onde o novo robô Curiosity pousará em Marte

Agência AFP
A Nasa escolheu uma cratera em Marte para onde enviará seu robô rover Curiosity, um veículo de exploração equipado com um laboratório  que será colocado no próximo ano na superfície do planeta para buscar sinais de vida, anunciou nesta sexta-feira a agência espacial americana. O Curiosity, que custou 2,5 bilhões de dólares, explorará a cratera Gale. Nesse local, onde existe uma montanha, os cientistas estudarão a argila e os depósitos de sulfato situados em vários níveis de altitude.
"Os cientistas escolheram a Gale para continuar com seus ambiciosos objetivos dentro desta nova missão", anunciou Jim Green, diretor da divisão da Nasa encarregada do estudo de planetas, com sede em Washington. "O local oferece uma paisagem visualmente espetacular, mas também um grande potencial de descobertas científicas importantes", acrescentou.
A imagem da cratera Gale foi montada a partir de diversas fotografias tiradas pela sonda Odissey
A imagem da cratera Gale foi montada a partir de diversas fotografias tiradas pela sonda Odissey
Os pesquisadores não esperam que o rover - cujo nome oficial é Mars Science Laboratory (MSL) - descubra seres vivos e sim sinais que demonstrem que, nas profundidades desse local, existiu vida microbiana e água. A Nasa espera enviar uma missão com tripulação antes de 2030. O lançamento do Curiosity está previsto para o fim do ano e sua chegada ao Planeta Vermelho programada para agosto de 2012. O anúncio do destino exato do Curiosity chega 35 anos depois da primeira aterrissagem de uma máquina em Marte, a sonda Viking 1, em março de 1976.
Tags: marte, Nasa, robô curiosity

domingo, 17 de julho de 2011

Marte é também chamado de Planeta Vermelho, por possuir rochas, solo e céu avermelhados. Devido a esta coloração, os romanos batizaram o planeta de Marte, em homenagem ao seu deus da guerra




Marte é também chamado de Planeta Vermelho, por possuir rochas, solo e céu avermelhados. Devido a esta coloração, os romanos batizaram o planeta de Marte, em homenagem ao seu deus da guerra.
Marte é o sétimo maior planeta do Sistema Solar e o quarto a contar a partir do Sol. O planeta possui dois satélites naturais.

Até que fossem realizadas as primeiras explorações espaciais, acreditava-se que poderia existir vida em Marte, hipótese atualmente descartada. Mas é possível que tenha existido grande quantidade de água em Marte e que formas de vida possam ter surgido em um passado distante.


Tamanho de Marte comparado a Terra.

Ficha técnica: 

Distância do Sol 227.940.000 km
Velocidade orbital média 24,13 km/s
Diâmetro equatorial 6.804,9 km
Área da superfície 1,448×10 8 km²
Massa 6,4185×10 23 kg
Temperatura à superfície -63 ºC
Translação 687 dias
Rotação  24,6 horas

Histórico

Assim como a Terra, Marte tem quatro estações. O seu dia também apresenta duração semelhante ao terrestre: pouco mais de 24 horas. A atmosfera marciana é rarefeita composta basicamente de dióxido de carbono, e a temperatura média do planeta é de 63 ºC negativos. Marte apresenta uma topografia bastante diversa, com crateras, cânions e vulcões, dentre eles o Olympus Mons, a maior montanha do Sistema Solar, com 27 quilômetros de altura.

Sem dúvida nenhuma é o planeta que mais deu origem a superstições e contos de fadas. Sua cor avermelhada deu origem ao seu nome, Marte: Deus da Guerra É observado desde os primórdios da astronomia moderna. Foi o planeta mais estudado na antiguidade, e isso possibilitou Johannes Keppler (1571-1630), através das observações de Tycho Brahe (1546-1601) descobrir as leis que regem os movimentos planetários.

Galileu Galilei (1564-1642), quando observou Marte em 1610 não soube afirmar se via as fases do planeta ou se o planeta não era perfeitamente redondo. Depois dele alguns outros puderam identificar algumas manchas em sua superfície e em 1.666 Jean Dominique Cassini (1625-1712) concluiu que o período de rotação do planeta é 24h 40 min e observou a presença de calotas polares. Mais tarde observou-se a presença de uma camada atmosférica espessa o suficiente para abrigar vida. As manchas escuras observadas sugeriram a presença de oceânos e vegetação. Porém é a partir de 1870 que começa a grande polêmica sobre a existência de vida no planeta vermelho.

Dispondo de um bom telescópio refrator para a época, Giovanni Schiaparelli (1835-1910) faz uma nova cartografia de Marte, a qual gerou muitas polêmicas e especulações sobre a existência de vida em Marte. Em seus mapas Schiaparelli destaca a presença de diversas estruturas lineares que ele denominou de canais. Essa denominação provocou muita divergência entre os pesquisadores da época. Uns afirmavam ser estruturas naturais e outros afirmavam ser estruturas artificiais, construídas pelos habitantes marcianos. A segunda hipótese prevaleceu por algum tempo, principalmente nos países de língua inglesa, provocado por um erro de tradução da palavra canali (usada por Shiaparelli) por canals que significa canais artificiais. Edward Pickering (1846-1919) observou que no cruzamento de dois ou mais canais haviam estruturas circulares bem extensas e que foi interpretada como oásis nos desertos marcianos. Os canais seriam redes hidráulicas em todo o planeta que sustentava a pouca agricultura para a sobrevivência dos marcianos que podiam ser uma civilização decadente.

No final do século XIX George Hale (1868-1938), Edward Barnard (1857-1923) e Asaph Hall (1929-1907) que descobriu os pequenos satélites do planeta (Phobos e Deimos), afirmaram que as ligações lineares entre manchas, no planeta, era apenas ilusão de óptica. Com o tempo isso foi provado, colocando-se no lugar a hipótese de que o relato de canais é na verdade estrias irregulares, manchas e zonas de reflexão pouco uniforme.

As conclusões a respeito desse planeta tomaram novos rumos com o envio da sonda Mariner 4 (em 1965), que forneceu dados muito mais precisos sobre sua atmosfera e superfície. Ela foi a primeira missão de sucesso ao planeta vermelho. O processo de exploração espacial seguiu até 2000 com a Mars Global Surveyor.

As condições de observação mais favoráveis são aquelas em que a distancia Terra - Marte é a menor possível. Isso se dá quando a Terra está no afélio e Marte no periélio e ambos na mesma direção e sentido em relação ao Sol. Esse tipo de coincidência ocorre num ciclo de aproximadamente dezessete anos, onde a distância entre eles é cerca de 60 milhões de Km. Como Galileu observou em sua época, Marte realmente apresenta uma pequena fase, ou seja, os observadores terrestres podem notar uma parte não iluminada do planeta em determinadas condições, porém a fase nunca se completa, pois ele está numa órbita mais externa que a da Terra (nunca há fase nova ou de quadratura).

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Mecanismos cibernéticos da fisiologia humana

No organismo humano, como nos demais seres vivos, os processos fisiológicos são controlados por mecanismos cibernéticos. 

Na definição de Rosalda Paim, cibernética é "a ciencia que trata da circulação de informações e dos mecanismos de comando, regulação e controle, no ser vivo, na máquina e na sociedade". 

No que tange ao organismo humano, destacamos o seguinte trecho do seu livro "Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética de Enfermagem", segunda edição: 

 "Informações e Mecanismos Cibernéticos (Integração, Regulação e Controle): 

A maior parte dos sistemas de integração, regulação e controle do organismo funciona por mecanismos cibernéticos, os quais operam através de dispositivos de retroalimentação ou “feedback” negativo, isto é, efetuando reajustes mediante a entrada de novas informações no processo (“ïnput”), em função dos erros de saída (“output”), isto é, realizando a “correção por meio do próprio erro”. Para esta finalidade, o organismo possui inúmeros de dispositivos cibernéticos (de regulação por retroalimentação ou “feedback”)".

Entre os inúmeros  exemplos apresentados, destacamos o seguinte:

"Regulação e Controle da Glicemia por Mecanismo Cibernético  Hormonal - Respostas a Informações Mediadas por Concentrações de Substâncias: 
Por ocasião de sua ingestão, a glicose representa, ainda na cavidade bucal, uma carga de informação ou estímulo de natureza gustativa. Uma ingestão excessiva de glicídios ou mesmo de outros alimentos, provoca um aumento da glicemia. Esta elevação da concentração de glicose no sangue (hiperglicemia pós-prandial) e o próprio nível glicêmico corresponderá a codificação de uma mensagem, cujo canal de transmissão é o sangue, enquanto células pancreáticas, funcionando como receptores específicos, situados no pâncreas (células alfa das ilhotas de Langherans), captam e interpretam (decodificam) a mensagem, cuja resposta é a inibição da síntese e da secreção do seu hormônio - o glucagon.   
Concomitantemente, esta  mesma informação é também captada e decodificada por receptores, também específicos, localizados nas células beta das mesmas ilhotas de Langherans, cuja estimulação ensejará uma resposta, a qual será uma maior produção de outro hormônio, a insulina, que atuará nas membranas das células de todo o corpo, aumentando sua permeabilidade e, assim, favorecendo a absorção de glicose e o conseqüente incremento  de seu consumo como fonte de energia, decorrente do aumento do metabolismo celular, resultando na diminuição da glicemia. 
Ao mesmo tempo, na vigência de um teor de glicose acima dos limites normais (hiperglicemia), acrescido da elevação do nível de insulina (insulinemia) e da diminuição do nível de glucagon no sangue, estes fatores correspondem a uma carga de informações ao fígado que, em resposta, seqüestra a glicose do sangue e, mediante um processo de síntese (anabolismo), denominado glicogênese, a converte em glicogênio, um polímero da glicose, desta forma reduzindo a glicemia, até restabelecer o nível homeostático  (normoglicemia). 
O glicogênio e armazenado no próprio fígado, constituindo uma reserva, transformável em energia, de acordo com a necessidade. Por outro lado, o metabolismo basal, acrescido das atividades laborativas e da ausência prolongada da ingestão de alimentos, produz hipoglicemia.
Quando a concentração de glicose diminui a níveis abaixo do normal (hipoglicemia), esta situação, além de acionar o mecanismo da fome, funcionará, também como mensagem, para as células beta, cuja resposta  a este estímulo é a inibição da produção de insulina para “economizar” o consumo de glicose e buscar manter níveis homeostáticos da glicemia, ao mesmo tempo em que constitui mensagem para as células alfa, cuja resposta é o aumento da elaboração de glucagon. 
A insulina funciona como um mecanismo de gangorra em relação ao glucagon: quando um aumenta o outro diminui e vice-versa. 
Os níveis aumentados de glucagon veiculam mensagem que provoca como resposta, uma atividade analítica (catábolica) do fígado (sob a ação do glucagon), isto é, a “quebra” das moléculas de glicogênio hepático, isto é, o desdobramento (despolimerização) ou conversão do glicogênio em moléculas livres de glicose (glicogenólise), também, com a finalidade de manter níveis adequados de glicemia para atender às necessidades do organismo, as quais são conduzidas pelo sangue (transporte), até à intimidade celular (aporte celular), onde sob a ação do oxigênio e de enzimas específicas, é queimado (oxidado), constituindo o fenômeno de respiração celular (catabolismo), produzindo energia e, tendo como subprodutos, água e dióxido de carbono (CO2). 
Estes efeitos homeostáticos são resultantes de um sistema informacional do organismo (trocas de informações), mediado por matéria (concentração de substâncias) que aciona um mecanismo cibernético de retroação (“feedback” negativo), cujos estímulos aos órgãos receptores são mediados por concentrações de substâncias, provocando uma resposta, expressa por “trocas de matéria”, como exemplificado acima (caso do pâncreas), ou mesmo, por “trocas de matéria e energia”.



Rosalda Paim apresenta, no mesmo livro, variados exemplos, como este, de funcionamento cibernético do organismo humano, instaurando a "fisiologia cibernética" (mesmo porque a cibernética, na verdade, nasceu da fisiologia) e introduziu o mecanismo de "feedback" e, portanto, a cibernética na enfermagem, criando a "enfermagem cibernética", ao designar a sua teoria como "Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética de Enfermagem", entre cujos Princípios, inclui o:

"Princípio da Enfermagem Cibernética

                  Em um universo em continuo e permanente processo de transformações, a ciência de Enfermagem, o sistema de Enfermagem e o Processo Assistencial de Enfermagem devem adotar e acionar o dispositivo Cibernético de "retroação" (feedback) para se reajustar ou readaptar constantemente aos avanços científicos, tecnológicos e sociais de cada época, para atender às necessidades  de  cada paciente (família, comunidade, sociedade),  em cada instante considerado.

     Corolário:
    
     - O dispositivo Cibernético de "retroação" ou “feedback” deve ser usado permanentemente em relação à Assistência de Enfermagem, à Educação em Enfermagem, à Administração de Enfermagem ou à Pesquisa de Enfermagem, às Associações de Enfermagem ou a outra qualquer atividade da profissão, ao perfil, às funções e atribuições do Enfermeiro, do Técnico ou do Auxiliar de Enfermagem.

      - O modelo de processo de enfermagem, apresentado no mesmo livro, adota tal mecanismo de retroação (feedback), com a finalidade de introduzir reajustes ante processo, in-processo e pós-processo, em razão das diferenças entre o esperado resultado do desempenho e aquele realmente atingido, ou seja, em função da análise dos objetivos e da qualidade do produto final do sistema.
     A qualidade do produto final do sistema de enfermagem - a assistência de enfermagem - deve atender,  simultaneamente, às expectativas do consumidor desse serviço (clientela), de sua família do sistema de enfermagem, do  sistema de saúde, da comunidade,  do sistema social e do próprio enfermeiro.
     O modelo de sistema de enfermagem, aqui proposto, tem como paradigma os sistemas auto-organizadores e auto-reguladores (sistemas cibernéticos), como os organismos vivos e os ecossistemas naturais, interagindo entre si e processando o intercâmbio de matéria, energia e informações.
      Tal como ocorre em um subsistema de controle de produção de uma empresa, em que seu processo administrativo é controlado pelo cérebro humano, um sistema de enfermagem, ao adotar um modelo cibernético de processo, adquire a semelhança interna geral com uma criatura viva, completada pelos seus reflexos (estímulos e respostas que surgem nele), cujo cérebro e representado pelo próprio enfermeiro.
      Na Enfermagem Cibernética, o processo de enfermagem (dinâmica do sistema), coerente com o modelo proposto, o "Modelo Cibernético de Processo de Enfermagem", tem  como "cérebro" o próprio enfermeiro (mecanismo sensor, de interação, de respostas e reajustes) o que torna, assim, este processo  "automatizado".    
     Um processo assistencial de enfermagem, para ser Cibernético, teleológico, deve conter uma definição clara e precisa dos seus objetivos, além de possuir um sistema de avaliação e um dispositivo de  retroação (reajuste), capaz de permitir, constantemente, correções necessários, isto é, o controle permanente do sistema.
     A dinâmica e funcionamento (“fisiologia”) do Sistema de Enfermagem, no sentido da consecução do seu "telos", constituem o respectivo processo. 
    Portanto, a dinâmica e interrelações entre os vários procedimentos necessários à prestação de assistência de enfermagem às pessoas (família, comunidade) constituem o processo de enfermagem.
     Qualquer sistema necessita de processadores e responsáveis pela sua higidez e funcionamento.
     Para o processamento dos cuidados de enfermagem, um tipo particular de assistência prestada ao ser humano, exige-se um profissional altamente diferenciado e qualificado - o enfermeiro.

     O enfermeiro é membro integrante da equipe de agentes do aparelho prestador de assistência de saúde ao homem, à família, à comunidade  e à sociedade.
     
"ENFERMEIRO" é o profissional capaz de satisfazer os requisitos estabelecidos pelo sistema legal do respectivo país para o uso do título e exercício da profissão, de realizar a consulta (diagnóstico e prescrições de enfermagem), executar (cuidar), coordenar e controlar (mediante avaliação e reajustes) o processo de enfermagem e encaminhar o homem (família), para receber assistência de privativas de outros profissionais ou de outras instituições, atuando no sentido de promover ou concorrer para a manutenção ou restauração da homeostasia do "sistema humano", de seus metassistemas (família, comunidade, sociedade) e dos respectivos sistemas ambientais, bem como do próprio sistema de enfermagem, do sistema de saúde e do sistema social em que estes se inserem.
  
      A esta altura, precisamos e já podemos definir a enfermagem: 

   ENFERMAGEM é a ciência, a arte e uma prática social que trata do diagnóstico das necessidades de saúde, do planejamento, execução (cuidar), coordenação e controle (avaliação e reajuste) do processo assistencial de enfermagem, atuando sempre e, simultaneamente, sobre o ser humano (família, comunidade, sociedade), abrangendo o ambiente, com a finalidade de promover, preservar e restaurar a saúde.
    
Face ao sistema discursivo da "Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética de Enfermagem", poderíamos traduzir:
ENFERMAGEM é a ciência, a arte e uma prática social que trata do diagnóstico das necessidades de saúde, do planejamento, coordenação, execução (cuidados) e controle (avaliação e reajuste) do processo de enfermagem ao atuar sempre e, simultaneamente, sobre o sistema humano (pessoa sadia ou doente) e seus metassisstemas (família, comunidade, sociedade) e o entorno, com a finalidade de promover, preservar e restaurar a otimização da homeostasia do processo de intercâmbio de matéria, energia e informações entre o sistema em causa e o seu ecossistema."

(Edson Nogueira Paim escreveu) 

quinta-feira, 31 de março de 2011

Principais manchetes no Brasil e no Mundo

manchetes dos principais jornais no Brasil e no mundo, com links para os sites dos jornais. Somos apenas um link entre você usuário e as notícias que fizeram primeira página, atualizado diariamente e com um arquivo para que você possa consultar uma determinada manchete na data que escolher. Nosso objetivo é adicionar novos jornais a cada semana e trazer mais e mais informações.


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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Cientistas podem ter descoberto a mais antiga galáxia já conhecida

27/01/2011 - 14h26 (Redação AgoraVale)
Imagem(s): Divulgação/Terra
Segundo uma publicação nesta quinta-feira (27) na revista Nature, um grupo de astrônomos encontrou a mais antiga galáxia de que se tem notícia. A descoberta ainda precisa ser confirmada por meio de estudos científicos, mas existem indícios de que esteja correta.


A galáxia encontrada está a cerca de 13,2 bilhões de anos-luz da Terra, o que significa que sua formação ocorreu quando o universo tinha somente 480 milhões de anos.
 
O portal Terra informa que "a idade de um objeto astronômico é calculada por meio de seu desvio para o vermelho (redshift), medida do quanto a expansão do espaço 'esticou' a luz do objeto para frequências de ondas mais elevadas. 
 
A galáxia identificada tem um redshift de 10,3, o que corresponde a um objeto cuja luz foi emitida há 13,2 bilhões de anos".
 
 
Fonte: Terra

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Nasa descobre o menor planeta fora do Sistema Solar

Exoplaneta é similar à Terra, mas com temperaturas que chegam a 1500 °C

iG São Paulo | 10/01/2011 20:01

Foto: NASA
Kepler 10-b: parecido com a Terra, porém quente demais para conter vida
Um telescópio da Nasa descobriu o menor planeta fora do Sistema Solar, e ele é rochoso como a Terra.

Apesar disso, é quente demais para conter qualquer tipo de vida:em um de seus lados, as temperaturas chegam a 1500 °C. A agência espacial americana o batizou de Kepler 10-b, como uma homenagem ao telescópio que o encontrou, o Kepler.

Leia mais:
A década dos planetas


A cientista Natalie Batalha disse que o Kepler 10-b tem 1,4 vezes o tamanho da Terra e uma massa equivalente a 4,5 vezes a do nosso planeta. Astrônomos já haviam encontrado outros planetas com massas similares à da Terra, mas nenhum com um tamanho semelhante.

O motivo de suas altas temperaturas é sua localização em relação à estrela que orbita: o novo planeta está 20 vezes mais perto dela do que Mercúrio do Sol.

(Com informações da AP)

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